Percorro as memórias de mim, como se o caminho fosse o trilho. O segredo de um futuro incerto, mais que perfeito por entre as palavras todas já ditas. Nelas encontro os baús e os caixões do tempo. Os sinais e as grutas. As marés e as cores. O vazio e o silêncio... Afinal, não sei bem se passei ou se ainda lá estou. Nas memórias de um dia que nasce a cada novo sorriso. A lembrança de ti. O aroma do encontro. A certeza da ternura do leito. Afinal, o tempo corre mas o rio não morre. Porque a nascente sou eu.
27 de fevereiro de 2007
PoRdEnTr0ePoRf0rA
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oTeMp0
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
8 comentários:
nascente e foz.
somos.
Entre nós o trilho será o caminho, feito a dois,em silêncio-segredo.
Beijo.
Os rios nunca morrem, porque a nascente és tu, porque desaguam no mar.
Beijos
Cheguei aqui e li, reli e parei, tentando absorver esta beleza.
MAGNÍFICO!! EXCELENTE!! ADOREI!!
Bjs
o
rio
não
pára
e
o
caminho
é
o
guião
do
caminho
a-braço
Simplesmente magnífico!!
Espectáculo de poema...e então, percorro as memórias em ti, e trilho contigo o caminho perfeito num futuro incerto onde as palavras todas já foram ditas! ;)
Beijokas on skin
Um trilho que conduz as arterias do Sentir, magia que se liberta, aromas que se encontram, almas que amam... e sonham...
Gosto de te ler, bjinhos,
Papoila Sonhadora,
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