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1 de maio de 2009

nUnCaPáReSdEgRiTaR...c0mAgEnTe!

Nem sempre conseguimos dizer o que gostaríamos da forma como gostaríamos. E eu queria tanto mostrar o meu apreço e admiração por Rogério Charraz, que venho descobrindo aos poucos, e que ontem, mostrou mais uma vez que é lindo! Desculpem se repito um texto anterior (12 de Janeiro de 2009), mas este, serve-lhe que nem uma luva!
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Sabes que a nossa estrada é um labirinto cheio de canteiros? Espelhos de nós, de mistérios, de sonhos, de poemas e canções onde nos deixamos perder vezes sem conta. E fazemos de conta que é uma estrada para andar e a gente não pára. Porque há ventos e mar. Os que inventamos ao acordar... ao adormecer... ao respirar... ao lutar. Somos viajantes dentro dos destinos! Peregrinos à solta de mãos dadas com o fogo. Saltimbancos mágicos que nos devolvem essa liberdade maluca e os beijos. Todos os beijos e abraços que soubermos dar enquanto houver estrada para andar... Sabes, Jorge. Amo-te. Assim. No encalce de todos os amantes também. Na ponta dos teus dedos que têm o cheiro dos mantos e das janelas. Na tua voz. Na tua história... De onde ilumino as flores e os frutos e os segredos e as solidões e o meu jeito de gostar de chorar... Nesta inquietude de ser maré forte. De tecer todas as malhas do olhar. De nunca querer chegar... Só para dizer que ainda há estrada e que a gente vai continuar... Para voltar a dizer que gosto de ti. Que hei-de cantar (te) até morrer. Encosta-te a mim...

18 de novembro de 2008

2 ANOS!!!

DaSpAlAvRaSqUeNoSuNeM
Por cá me vou encontrando Nas palavras de nos unirDo sonho que temos a nosso mandoSó mesmo verso, amor e porvirPara nos deixar viver mais um poucoQue de tanto gritar me sinto roucoQue de tanto cantar me deixo loucoQue de tanto existir vou caindo mouco...Por cá nos vamos tendoDas palavras de andar à derivaNa procura de nós, na tortura de ir sendoVersos simplesmente de dor cativaSó mesmo agora o tempo se enterraSó mesmo na hora de tudo que encerraNo céu, no mar e na terraNo vento da paz, no fogo da guerra...






18 de Novembro de 2006

11 de novembro de 2008

rEpEtIçÃo

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Serei o fruto silvestre que rompe todas as distâncias. Que chega ao profundo olhar da interrogação. Que se despeja por entre o suor de cada passo trémulo. Que percorre demasiadas estradas. Que se enrola dentro de cada palavra. Para de novo ser. Fruto Silvestre.
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27 de Outubro de 2007

21 de abril de 2008

6 de março de 2008

30 de dezembro de 2007

28 de dezembro de 2007

RuMoS


Da fragilidade de todos os tempos e de todos os amores as correntes despejam-se em margens perdidas e fracas...




10 de Março 2007

oTeMp0

O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...