Perdido na corrente de algum trilho?
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Encostado a uma sombra secreta?
No reflexo do teu gatilho?
O meu nome existe. À solta de mim?
Na busca de um segredo ou desejo?
Perto de mais, longe também
Onde cada um se esquiva do seu beijo...
Farejo-te, nome meu, por aí?
Sigo-te, claro, sem pedir licença ou perdão.
Porque tu, ó nome que afinal sou eu
Possuis-me para os outros e para mim não!






