Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...Perco-me em mim a cada fuga. Pelas marés violentas das tempestades e dos labirintos que invento... a cada passagem da tua alma por mim, do teu corpo pelos meus sonhos... Sou o meu próprio monstro dentro da minha paixão e da minha vida. A cada fuga, a cada passagem. Soam as palavras soltas por entre todas as fogueiras acesas nos vulcões que nos penetram por dentro sem pedir licença. Perto demais. Longe demais. Se calhar nunca chegando. De cada vez que nos procuramos...
10 de outubro de 2007
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6 comentários:
perde-te em ti que eu encontro-te que monstro podes ser
talvez um dragão de fogo
que aguenta todas as fogueiras e vulcões
cobres e encurtas todas as distâncias
... e nos encontramos
Perdeste-te tantas vezes aqui, hoje.....
... de cada vez que te procuraste...
Um beijo, Pedro
tens que fechar os olhos, deitar-te
esperar que o distante se aproxime
deita-te...
sente-te a fechar os olhos...
sente-te mais cheio...
sim
e dorme... dorme...
beijo, pedro
É bom perder-mo-nos assim.
Gostei.
não te percas demais...espera...
espera que a calma venha, que o prazer invada...que a saudade fique para depois.
Perdermo-nos de forma calma também sabe bem...
beijinho e um bom dia
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