
Pela raiz de todas as manhãs arranco a força para o mergulho. A aventura diária de acreditar que as palavras nunca se gastam. Mesmo as dos poetas... Por isso regresso a mim a cada dor. Em inquietação e vertigem. Para que ao adormecer tudo se transforme num amanhecer cheio de luz. Quero esta respiração divina! Agarram-me?
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