Deixo-me levar pelas sombras. Perdido entre o infinito, o desejo e a morte. A minha vida leva-me por caminhos inquietos e meus e nossos. Carreiros monte acima de beijos e fome. Irei de novo cantar a liberdade. De dentes cerrados. Só assim vale a pena!
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Hoje, no Largo do Carmo, à noite, num dos lugares mais altos da liberdade, lá estarei, para dar voz à liberdade. E amanhã, pelas 17 horas, em Figueiró dos Vinhos, num espectáculo único. Conto convosco porque A CANTIGA É UMA ARMA!





