Todo este silêncio do meu tempo
A viagem apenas
Sopro de mim...
Já não sei das pedras, do castelo
Das hisórias endiabradas
Óleo de me cobrir o espanto.
Se o ar fosse meu só meu
Quem sabe pudesse devolver-te a sorte
Que hoje, meu Mestre,
Foste ao encontro da morte.
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A João Paulo Seara Cardoso. No eterno repouso.