26 de novembro de 2010
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oTeMp0
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
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Explode-se o cântico da saudade Das mãos entrelaçadas na secreta onda No beijo doce que por mais que se esconda Rompe cada silêncio de toda ...
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Se os rios correm sempre para o mar porque não haveremos nós de correr sempre para o amor?
5 comentários:
Hoje não sei comentar-te, Pedro.
Apenas sinto uma dor. De tanto. De pranto.
E sinto-te...
Gostei imenso!
sim... de olhos fechados vê-se e sente-se num registo quase perfeito. e... de olhos fechados retêm-se o que se poderia perder de olhos abertos...
beijo Pedro
Sim, de olhos fechados temos uma percepção mais intensa daquilo que nos rodeia.
Um abraço e boa semana
Intenso, vivido, arrasador, sente-se, não se comenta.
Escreve maravilhosamente bem.
Beijos.
Branca
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