10 de junho de 2011
p0tE
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oTeMp0
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
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Explode-se o cântico da saudade Das mãos entrelaçadas na secreta onda No beijo doce que por mais que se esconda Rompe cada silêncio de toda ...
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Se os rios correm sempre para o mar porque não haveremos nós de correr sempre para o amor?
2 comentários:
Algumas das tuas palavras deixaram-me nós na garganta. Vou tentar desatá-los. Entretanto, abraço-te muito...
No final do arco-iris há um pOtE cheio de moedas de ouro. Olhá-lo e sentir todas as suas cores é o verdadeiro tesouro...até porque ninguém sabe onde o arco-iris começa, nem onde acaba... e isso também não interessa nada...
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