Não olhes o meu sorriso assim
Não procures a memória e esse cheiro
Vezes sem conta que chove em mim
O desencontro de um nascer derradeiro
Não me olhes, não!
Que carrego todo o mar que dentro existe
Perdido na corrente e quem sabe na ilusão
De saber-me o tanto que é ser-se triste
O tanto que é ser amor e dor
O tanto que se encostou num fim.
Não olhes o meu sorriso assim...
Por favor.
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oTeMp0
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1 comentário:
Já te li vezes sem conta.
Não tem jeito. Hoje não sai nada.
O nó que me estrangula a garganta
quase me impede de respirar.
Abraço-te.
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