10 de junho de 2012

dAsArRiBaS

No portão que dá para o mar
Abrem-se as memórias e o peito arde
Nunca o tempo se faz demasiado tarde
Porque em tudo és tu no meu caminhar

3 comentários:

Maria disse...

Estas flores são perfeitas.
Haverá algum amor que seja perfeito?
... porque toda a obsessão é legítima!

Abraço-te.

Ailime disse...

Muito belo, este poema de amor perfeito.
Adoro a sua poesia, amigo.
beijinhos,
Ailime

OUTONO disse...

"No portão que dá para o mar"
há leituras e correntes de maresia constantes, onde apenas navegam sereias do teu criar.

Que o teu mar seja infinito como os sonhos da tua lavra.

Abraço!

DeHoJeDeSeMpRe

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