31 de janeiro de 2007

29 de janeiro de 2007

RiSc0


Perdi as palavras na distância de ti.Na corrente de tudo prender à solta.Forte, a minha voz rouca-te em segredo.A dor da saudade assim. Desta cruel saudade. Fico à espera. Não me afasto então. Teimosamente permaneço e adormeço sobre o engano. O engano mais que nosso de andar sempre pelas palavras e pensar que são elas a nossa salvação.Errante. Desfaço-me em vão. Não consigo dizer tão bem...

28 de janeiro de 2007

lAr

Cada reflexo que me dás espelha-me imagens e palavras de ti que guardo com o agradável sabor da eterna descoberta. Poema e imagem surpreendentemente. Como um rio que sempre nos vai banhando. Como um castelo que sempre o recebe. Adoro este lugar. Teu.

27 de janeiro de 2007

VoLtA

Porque é talvez no silêncio que as paisagens se tornam maiores. Porque é talvez no silêncio das paisagens que os amantes se encontram. Porque é talvez é talvez no silêncio das paisagens dos amantes que os poetas se procuram. Porque é talvez no silêncio das paisagens dos amantes e poetas que o mundo se refaz. Porque é talvez no silêncio das paisagens dos amantes e dos poetas do mundo que nos vamos adormecendo... para de novo ouvir o silêncio. O silêncio das paisagens...


q
u
e
m

s
o
m
o
s

n
ó
s....................

26 de janeiro de 2007

VoZ

A minha voz é uma tempestade à solta!
Canto ao desconhecido e nem faço caso...
Verso-me às cegas em cada nova volta
Para te encontrar sempre por acaso...


.
.


A minha voz pode ser a do mar!
Da luz dos dias em cada procura...
Desfaço-me só mesmo para nunca me encontrar
E para te dizer que a saudade sempre dura!


.


A minha voz talvez se perca vã!
Da vontade do infinito e da paz...
Levanto o olhar, o corpo e o amanhã
Porque sempre a Natureza se refaz!

25 de janeiro de 2007

23 de janeiro de 2007

vAlE

Vale a corrida. Vale a procura. Vale o suor das caminhadas. Vale o sorriso de quem luta. Vale o amor. Valem as palavras que nos unem (e as outras?). Vale a saudade. Vale a cor. Vale o ar, o mar, o céu e o sol que nos sorri ou talvez nem por isso. Vales tu e valho eu.
Vale o poema e vale a canção. Parar não...

22 de janeiro de 2007

DoMeLd0NaDa


Procurei no teu olhar qualquer coisa que me acordasse. Nada encontrei. Nem mesmo a indiferença. Talvez por isso preferi a fantasia. Nem mesmo o mar de palavras com que me inundas me dizem a verdade. A verdade de que já não és.

h0jE

Silêncios… as procissões de mim
Em direcção ao altar da solidão.
No céu, talvez uma leve nuvem de cetim
Abençoando a peregrina caminhada em vão

Profundas… as tristezas desta história
Porque tudo em cortejo se encanta em dor.
No sofrimento, colorindo cada viagem da memória
Festeja-se quem sabe uma vontade maior

Cânticos… fortes ventos da força de ter
O encanto de todas as horas da lágrima corrente.
Vale tudo, até parar. Mesmo morrer,
Para de novo tudo ser igual e tudo ser diferente.

21 de janeiro de 2007

20 de janeiro de 2007

FoGoDeExIsTiR


Tudo é tudo em nós. Dentro de nós, por dentro de nós, através de nós. Pousamos o amor no colo. No colo onde descansamos, no colo que nos protege, no colo que nos adormece e acorda. Guardamos as palavras nos silêncios. Nos silêncios dos gritos - todos os gritos -, nos silêncios das memórias - todas as memórias -, no silêncio de tudo. Tudo é tudo em nós...

E tu?

dEsFoCaDaMeNtE...


Mais uma vez procurei. Procurei o silêncio. Mas não o da morte... Esse percorre-nos o corpo na vida. Procurei os acordes das nossas dores e sonhos; as fogueiras que ardem sem cessar por entre os poros do nosso corpo; à espera dos vermelhos e amarelos e azuis e verdes e todas as cores que só o fogo consegue quando existimos.


Deixei que tudo se fosse mantendo caído.


Porque só assim haverá oportunidade pare se erguerem de novo!


19 de janeiro de 2007

p0iSo

ppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssseeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiippppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppppoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqquuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeefffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqquuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei

18 de janeiro de 2007

tEmPo


Procuro no olhar da minha vida

que ele me transporte ao infinito...

que me leve por aí por esse mundo tão aflito

onde nos deixamos morrer.

Procuro no olhar que a minha vida me dá

o consolo solitário da comunhão,

o embalo solidário do coração

onde o amor tudo movimenta.

Porque nem sempre se aguenta...

Porque às vezes se afugenta o que nos faz caminhar...

Porque simplesmente, teimamos em olhar.

QuEr0

Eu quero ter tudo!
Quero possuir cada onda da tempestade e deixar-me enrolar até chegar a perder-me.
Quero as palavras todas no meu poema até sentir saudades de não ter palavra nenhuma.
Quero as flores e as cores vagabundas pelo meu corpo até que o disfarce me mostre de novo ao mundo.
Quero o abraço mais longo das eras até encher os rios todos.
Quero beijos molhados pelas noites e madrugadas até transbordar.
Quero canções de Inverno e lareiras de ternura até nascer de novo.
Quero-me.

vEnTo

Quis parar a vida...
De tanto medo da morte.
Nem pensou em despedida,
nem no azar ou na sorte,
muito menos no futuro
Que o caminho era tão duro
de pensar de mais.
Simplesmente, deixou-se ficar.
Quieta. Parada no cais
À espera que das lágrimas nascesse o mar
que a levaria em segredo
pela dor de andar assim
com medo do medo
de que tudo fosse anunciar o fim.

17 de janeiro de 2007

... aí por esse chão de todos os caminhares.
... aí aos ventos de todos as viagens e lugares.
... aí perto de todos longe das chegadas.
... aí ao destino de todas as noites e madrugadas.
... aí onde os jardins se constroem de mansinho.
... aí em todas as vozesque se perdem no caminho.
... aí vagueando em todos os canteiros coloridos.
... aí nas marés do tempo encontrado dos tempos perdidos.
... aí por todos os passos pesados ou leves do compasso.
... aí em cada silêncio da marcha do cansaço.
... aí, pétala-poema que em ti se fez.
... aí, valerá a pena ser pétala outra vez!

uNiÃo


Perto de ti, a distância de nós...

14 de janeiro de 2007

p0rRa!!!!

Em cada parede há sempre um buraco...
Por mais que a cal seja branca, nenhuma escapa.
E os Homens fogem, correm, num tempo fraco
Onde todos se perdem a cada traço do mapa.
.
E do outro lado? O escuro?
Talvez. Os Homens dos tempos de viver.
Tudo se desfaz em sonhos de passado e futuro
Onde o presente nunca chega a aparecer.
.
Abandonam-se os encontros? Na ilusão?
Chora-se o dia, a noite, qualquer acontecimento.
Mesmo os homens que se inconformam são
Pedaços da parede onde se esvai o cimento...

Po(L)Vo

A cada cheiro teu, a minha casa veste-se de cor e paz.
Porque me tiras tudo e tudo me dás.
Porque me violas e eu não sou capaz.
Porque me atormentas tudo o que se faz.
Porque te leio como me apraz.
Sem ter medo de voltar atrás.
Porque me deito nestes silêncios de cor lilás.
Onde tudo me acontece.
Serei.

Serás.

13 de janeiro de 2007

iLuSã0


Hoje estou um tanto ou quanto revoltado.............Mas as palavras podem unir-nos na mesma. Desde que não sejam um pretexto para nos fugirmos. De nós. Dos outros. Com a ilusão do encontro...

CaRtaDeTrIb0

Como sabem - basta estar atento à cronologia (e aconselho) - nasceu este Blog em Novembro, não se sabe muito bem porquê. Um movimento que a uns agradou, a outros surpreendeu, a alguns revoltou ("Esse lugar não é o teu..."). Encontrei um novo equilíbrio. Não sei se bom se mau, não sei se momentâneo se duradouro... Quando o blog morrer é porque outra coisa nasceu! Encontrei-o e para já fixei-o. Tenho também sido surpreendido pela vida que as "minhas" palavras - e desde o início essa foi a opção; serem só as "minhas" palavras e imagens - foram ganhando e o eco que vão tendo não sei muito bem onde nem em quem. Sinto-me bem na blogosfera que escolhi e por aí me vou aninhando, sem problemas, complexos, disfarces ou medos. Posso dizer que já se criou mais uma "tribo", a minha "tribo"? Que se passará quando me for embora? Ou quando alguém se for embora? Sentiremos a nossa falta? Se não, terá valido a pena? Se sim, para quê o preço tão alto da saudade?

De qualquer forma, DEFENDO(-me)(-nos)(-vos). Obrigado.

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Defender a vida a cada palavra de vento.

Defender o amor a cada verso ousado.

Defender o impossível, por acrescento.

De fender ou De fendado?

Defender-me de todos a cada aparição.

Que nada somos se ficarmos sozinhos.

Defender sempre. Mesmo da traição.

Dos tolos, dos poderosos, dos vizinhos...

Defender-te nas lutas pelo mundo.

Na mão dada, no grito que rende.

Defender, sim, pela dor que cai no fundo de cada vez que nada se defende!

Defendo-te.

NóS

No teu olhar o reflexo que se faz.

Nas minhas palavras a força que me dás.

12 de janeiro de 2007

d0pRiNcÍpIo

Como tudo AINDA faz sentido...

Por cá me vou encontrando
Nas palavras de nos unir
Do sonho que temos a nosso mando
Só mesmo verso, amor e porvir
Para nos deixar viver mais um pouco
Que de tanto gritar me sinto rouco
Que de tanto cantar me deixo louco
Que de tanto existir vou caindo mouco...


Por cá nos vamos tendo
Das palavras de andar à deriva
Na procura de nós, na tortura de ir sendo
Versos simplesmente de dor cativa
Só mesmo agora o tempo se enterra
Só mesmo na hora de tudo que encerra
No céu, no mar e na terra
No vento da paz, no fogo da guerra...
.
.
.
18 de Novembro de 2006

De0nDeEsCrEv0

Um
c o r a ç ã o
sou
e u

11 de janeiro de 2007

HoRaDoPoEtA

Por momentos ficaste...

de azul pintado em mim tela de todo o mundo.

Por isso aB.ro-te a porta sempre que sopra vento.

A janela sempre que se anuncia o sol.

O coração sempre que respiras...

9 de janeiro de 2007

aMiNhAcAsA

Na minha casa as paredes são pintadas a corAs janelas deixam passar o som dos pássaros e juntam-se aos meus,
Aos da minha guitarra...

Na minha voz cansada
Transparece a rouquidão dos tempos. Dos que vivi e dos que quis viver.
Na minha casa a porta está aberta. Para se entrar e para se sair.
As paredes podem ser pintadas, as janelas mais abertas.
A minha guitarra pode ser tocada.
Porque a minha casa somos todos.

t0nTuRa


Chegaremos a tempo de parar?Haverá solestício em nós?Andamos, sempre andamos. A andar.Somos, sempre somos. Mesmo sós.Procuramos o que não temos, o que não queremos, o que não iremos ter, o que não poderemos conseguir, o que... procuramos afinal?Chegaremos, enfim, à morte e diremos "Encontrei?" Ou "Para quê tanta procura?"Sinceramente... o dia está aí e o ano que vem está tão longe! Apesar de saber que amanhã é mais uma jornada nesta procura.

8 de janeiro de 2007

AnDeIàSv0lTaSnAsAlAaLaSaNsAtLoVsÀiEdNa

Andei às voltas na sala. Não sei que fazia. Só sei que andava às voltas. Muito menos sei porque o fazia. Talvez porque era às voltas. Os meus olhos andaram às voltas também. O meu corpo dançou.
As lágrimas trouxeram finalmente um rio que me levou dali para fora. E desaguei numa praia cheia de ondas e olhares sedentos. Perdi-me.
Fugi de encontro a mim, novamente, pelas voltas de uma outra noite.
Andei às voltas na sala. Nunca parei.
Porque sei que se cair,

m

o

r

r

o

morro.

6 de janeiro de 2007

iNtErMitEnTe

VEDRADEIRAMENTE EM BRANCO, NO SILÊNCIO DA IMAGINAÇÃO, NAS IMAGENS CONSTRUÍDAS SEM CONSTRUÇÃO DEFINIDA, POR TUDO SER OU NADA, A VIDA...

FiCaR

Dentro de mim procuro a essência de andar cá fora... Sei que sou. Sei que existo. Não há fuga possível. Talvez palavras a mais. Mas a inquietação da busca é uma respiração de madrugada, daquelas que duram um dia inteiro. Sei que sou. E que respiro. Não penso muito nisto. Talvez. Para tudo continuar a fluir, corrente de rio, que desaguará, concerteza, na foz.

InFiNiTo

As minhas palavras nunca cabem numa página em branco...

FoGuEiRaEvInHoTiNt0

Amanhã sei que vou acordar. Sei que frequentemente ando de olhos abertos, vendo as pessoas reais que por vezes me surgiram nos sonhos com outras cores... E pergunto-me "Olha! Aquela foi com quem estive a conversar a noite toda, à volta de uma fogueira e de um vinho tinto..." Mas a seguir o dia inunda-me de si e tudo é magia em direcção à noite. E depois volta a noite. Voltam as palavras da noite. Os cheiros da noite. Mas nunca tocou o meu telefone: "Queres vir conversar a noite toda, à volta de uma fogueira e de um vinho tinto?"Talvez por isso ainda durma descansado. Ou não.

5 de janeiro de 2007

aPeTeCiA-mE




Roubaste-me de mim ou fui eu que me prendi?
Cada palavra sugada na corrente do desejo...
Cada perfume ou onda ancorando mais um beijo...
Cada poema solto sem norte ou pousio...
Cada xaile tricotado no coração mais frio...
Cada fuga, ausência de tudo querer...
Cada retorno, antevisão do adormecer...

Se não fosse isso, ia-me.
Mas não é.
Apetecia-me...

4 de janeiro de 2007

UrGe-mE


Urge-me daqui a memória do amor
Grita-me os ecos dos tempos de liberdade
Salva-me nas palavras dos poemas de tudo ser dor
Perdoa-me a ousadia de te repetir, só por vaidade...

Repete-te infinitamente no meu peito
Aninha-te para sempre feto em mim
Beija-me a alma, mata-me a direito
para nascer, de novo, enfim...

Larga-me a tormenta, ó cruel paixão
Adormece-me em ti, perdido e fervente
Urge-me, urge-me este coração
Que não pára de ser eternamente!

rEfLeXo

Porque é que tudo me parece reflexo?
Mesmo os passos desviados ou os mais doces?
Mesmo as noites mais distantes,
as portas,
as janelas,
as palavras?
Será mentira, ilusão?
Morte?
Parto?
Porque é que nos escondemos e nos mascaramos de novo?
Mesmo os mais ousados dias ou as loucuras?
Mesmo o turbilhão da fogueira de sentir(-te) a cada minuto,
rio luzidio que corres não sei para onde...
simplesmente corres.
E eu não te apanho?
Apanho?
Apanhei-te?
Será foz o destino?
Seja.
Existimos.

2 de janeiro de 2007

SuBiDa


Repetir-te-ia mil vezes por aí. Dentro de nós.
Em cada estrada de poema.
Em cada rio a fugir da foz.
A cada dilema.


Repetir-te-ia eternamente.
Em cada fogueira acesa.
Em cada ausência quente
A cada incerteza.


Repetir-te-ia, mesmo obrigado.
Nos gestos banais.
No beijo sufocado
De quem me pede: não me ames mais.

* * * * * *

Repetir-te-ia!

15 mInUt0s, obviamente...

Por 15 minutos não te tive. Mas é assim que se vive...
(nao me tiveste)
(nao por 15 min)

Por 15 minutos somente. Horas a fio em toda a gente...
Onde se reflectem as paixões de nada ser...

(sou muito, so nao sou tua)
Por 15 minutos também se pode morrer...
(nem tu meu)
(e morre-se em menos)
(numa inspiração)

Por 15 minutos que nunca se chegarão a ver!

v0lTa


Quando cheguei vi que tudo ainda estava...


Valeu a pena a distância?

TrAnSpArEnTe


Choras?


Não.


Chovo.

eSpErA

"Só percebi que te conhecia quando senti saudades. Quando o mar te fotografou. Quando o cinzento te coloriu. Quando a cada palavra silenciosa crescia um céu de afecto. Quando cheguei e percebi que me esperavas..."

DeHoJeDeSeMpRe

Esta flor que nasce no vento Este sorriso que trago em mim Sabe-me melhor no momento Em que me acordas assim Este mar que s...