10 de agosto de 2015

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Qualquer dia talvez seja amanhã
Quem sabe, um outro rio corresse
Na perdição que me consome em cada manhã
De um sonho onde tudo se perdesse
Qualquer dia talvez seja hoje até
Num outro caminho, grito enfim
Das noites que são a garganta de tudo o que é
De tudo o que começa e tem um fim
Qualquer dia, na morte talvez
Na encruzilhada que me assalta em turbilhão
Como se vai, chegando a sua vez
Como fica, em modo inquietação

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