14 de agosto de 2015

LeItOdEd0r

Já o leito é berço de dor
Já o tempo, um vulcão
Cada segundo, arde o coração
De me perder por dentro, em amor

Fico fraco, pesado amante
Sem o sorriso do futuro
Sonho o toque do vento puro
Nesta rouquidão que trago errante

Até quando, o cansaço?
O longo trago de ser assim
O corpo, que morre em mim
Neste caminhar, neste traço...

1 comentário:

Maria disse...

................
Abraço-te.
Muito.

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...