20 de setembro de 2013

pAuSa

Potente sopro o do amor
Cansado, em dias de sol e sorrisos
Calado entre os gritos mais precisos
Este sopro de sol, chuva e cor...

Carregado, o brilho da nossa vida
Na brisa fresca da euforia louca
Como uma dança nunca feita, nunca pouca
Este brilho, doce paixão forte e colorida...

Silenciosa, a dor da solidão
Feita gume que jorra sem parar
Cantiga de tanto não te saber amar
Esta dor, manto inquieto do meu coração!

1 comentário:

Maria disse...

Queria escrever-te um poema com todas as palavras que me prendem o peito
com toda a água que me salta do olhar
com toda a ternura dos meus braços.
Mas as palavras não querem saltar
e eu vou fazer-lhes a vontade...
Abraço-te, tanto.

m0rAsEmMiM

Moras na solidão mas os teus olhos são de mar Moras na solidão mas o teu bairro é a tua voz Moras na solidão mas o teu corpo é de bail...