10 de outubro de 2016

bEm DiTo

Bendito o teu corpo sagrado em pé de feijoeiro
Carrasco de mil e uma perdições
Segredo de um nó de canções
Luz fértil que nos queima o nevoeiro

Fortaleza de mistérios em magras vontades
Versos de rasgo vómito entre donzelas
Amiúde, tristes carimbos e aguarelas
Do mundo feito bruma e verdades

Nada de mais, apenas musgo e dor
Sementeira de vazios pobres e sem futuro
Mortalha e lençol sujo, rasgado e duro
Por entre poetas loucos sem conhecerem o amor

Sem comentários:

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...