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Nunca os espelhos serão claros em dor fortePor dentro das palavras que em corrente nos escapam de vezNunca as lágrimas se prostraram ao amargo sabor da morteQuando sabemos que cada olhar novo pode ser vida outra vez.
Nunca mais me calarei sem verter-me à fozNos abraços dos poetas, nas memórias cladestinasNunca mais poderei ser eu se não formos nósNa fome das ternuras e das cores mais finas...
Nunca mais quero ser sem serRegresso-me nos postais da minha vidaNunca mais, nem mesmo parecerQuando todos fogem e não há despedida.
Nunca mais. Sou assim... Gosto de ficar.
Nunca mais me calarei sem verter-me à fozNos abraços dos poetas, nas memórias cladestinasNunca mais poderei ser eu se não formos nósNa fome das ternuras e das cores mais finas...
Nunca mais quero ser sem serRegresso-me nos postais da minha vidaNunca mais, nem mesmo parecerQuando todos fogem e não há despedida.
Nunca mais. Sou assim... Gosto de ficar.
Não me pergunto das cores dos meus olhos. Nem mesmo quando me aproximo do espelho. Não me esquivo ao gargalhar dos meus lábios. Nem mesmo quando em lágrimas me pergunto se vejo ou se ouço...+260.jpg)
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e todos os versos. Para construir o silêncio de nos devolverem a pele...+423.jpg)
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