16 de fevereiro de 2013

pErDiDo

Cada desilusão que o meu peito inventa
Transforma-se em tempestade sem norte
E o meu coração aguenta
A noite sangrenta
Raspando o seu caminho de morte
Nada em mim é tão forte...
Sou um pobre vagabundo embriagado
Que passa pela vida do outro lado
Efémero solitário calado
Nos gritos de versos sem valor
Sou um pobre vértice do amor
Perdido em si e no seu calor...

1 comentário:

PoDeSeR

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