10 de dezembro de 2013

pArIsEmIm

Voltarei às tuas margens para cheirar todos os versos que se aconchegam na corrente com que refletes o amor e as memórias. Deixarei os meu pés entrarem nas águas frias dos enredos e dos amantes. Depois, como um ninar, fico-me a cantar os sussurros da tua partida. 
Voltarei às ruas cheias. Aos museus. Às árvores em tons de amarelo e castanho. Ao grande lago das crianças. À embriaguez da felicidade. Tu és o meu lugar.

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...