13 de maio de 2014

DiGo-Te

Digo-te das palavras das histórias e do aconchego
Assim, no sussurro de uma calma maré.
Deixo-me neste embalo sem saber como é
Preso a um caminhar sempre de pé
Entre a inquietação e o desassossego.

Digo-te dos poemas nos acordes doces teus
Feitos frutos e sumo de cada novo dia.
Deixo-me enamorado em terna alegria
Quente de estar, em perfeita companhia
Entre todos os ventos ainda meus.

Digo-te da hora, da voz, do olhar
Tela de estradas e encontros mil.
Deixo-me ir muito mais além de abril
Sentir que existe em nós um abraço infantil
Entre o que se deu e o que está ainda por dar.

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