7 de julho de 2015

SuFoCo

Ousa entrar no meu corpo e dançar
Procura um cantinho doce e abraça
Se for preciso, fá-lo a gritar.
Mas entra. O tempo é um rio que nunca fica. Passa.

Arrisca pegar na minha pele e morder
Abrir e arrancar cada poro do meu grito
Se puderes, chega também de mansinho ao amanhecer
Para que acorde leve e me perca em tudo o que acredito.

Volta se fores. Não leves nada contigo
Sabes que este leito é verdade
Se entenderes, poderás abrir finalmente o abrigo
Com que a minha vida respira a eternidade

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