8 de dezembro de 2012

hÁsEmPrEuMaMoRtEqUeNoSbAtEàPoRtA

Ensina-me a cor das estrelas
O sabor da palavra cantada
Que o horizonte da morte
É memória já cansada

Pode ser uma onda ao fim da tarde
Uma pequena lágrima, talvez
Sei-te na vigília da vida
À espera de nascer outra vez

Pode ser um abraço mais
Em tom de manto eterno e quente
Fica em paz, dorme na história
Que tudo se manterá poema e presente!

Sem comentários:

aTuAaUsÊnCiA

A tua ausência morde-me o tempo e já não sei muito bem contar. Contar os dias que faltam ou contar os passos obrigatórios. Sabes que o me...