22 de agosto de 2011

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Porque queimam as histórias? Porque são histórias... Porque me confundem os ventos? Porque são ventos... Porque são tantas as perguntas? Porque são perguntas? Porque os meus olhos choram? Porque são olhos... Porque a minha voz tem um grito lá dentro capaz de me cegar? Porque... existe no meu peito um mar que se abre sob um céu de onde um dia um pássaro virá para me buscar... Para onde? Para o infinito. Quanto é o infinito? Mais de corenta...

2 comentários:

Maria disse...

Lindo. Mais de trocentos... :)))

OUTONO disse...

...não há quantidade...para numerar os desejos de dizer...fulgurante!

Abraço!

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...