17 de agosto de 2011

mAr


Vou mergulhar nos teus olhos e ficar
Percorrer o fundo de ti e sonhar
Perder-me nas tuas entranhas e cantar
Esconder os meus olhos nas mãos e gritar
Ter-te juntinho a mim e nada perguntar
Sorrir à saudade e chorar


E depois, muito devagarinho,
para sempre,
te chamo mar!

1 comentário:

Maria disse...

Perco-me neste azul enorme de mar
No infinito que me transporta o olhar
Na rocha onde me deito a descansar
No vento que me faz rodopiar
Nas asas que estendo para voar
No abraço que tarda em chegar
No beijo que na noite me faz sonhar
E depois, muito devagarinho
e sem medo
te chamo, Pedro!

(raio de saudade...)

PoDeSeR

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