4 de março de 2013

cAnT0

Forte o silêncio que grito no aconchego dos poetas. Sinto cada pele das minhas palavras como lágrimas de atirar às paredes como uma pintura que fica. Sonho. Um dia saberei dos abraços e dos abandonos? Serei eu a ave de me sobrevoar as mãos? Essas que escrevem sobre o meu peito as tatuagens dos dias.

1 comentário:

Relicário disse...

Venho deixar um abraço imenso e retribuir o carinho, seja por tantos anos, ou por alguns dias. Mas principalmente, pela troca e bonitezas que surgem e dos amigos que conquistamos e que no fundo, no fundo, não são tão virtuais assim...

Tem um presente pra você aqui: http://ancoradanoriso.blogspot.com.br/2013/03/vasto-coracao.html

Espero que se sinta num abraço e que goste.
Deixo o meu carinho.
Beijo na alma,
Sam.

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...