2 de abril de 2013

PaRiSéSaUdAdE

Um dia a saudade virá afogar
Cada pedaço do sofrimento.
Um dia, nem rápido nem lento
O mundo será uma flor...
Seja o que for,
Voz inquieta que se deixa chorar...
Calo na corda de uma viola por tocar...
Força que se deita ao relento,
Que se entrega ao destino do vento!
De tudo o que o meu coração canta,
O meu corpo que mesmo fraco se levanta
À procura do eterno momento feliz:
Os cheiros de todas as histórias de Paris!

2 comentários:

Maria disse...

... e quando é que vamos a Paris?????

:-D

OUTONO disse...

...os sentires da saudade, são cheiros...que povoam o nosso ser e sabores, sempre distantes...

Abraço amigo e poeta!

m0rAsEmMiM

Moras na solidão mas os teus olhos são de mar Moras na solidão mas o teu bairro é a tua voz Moras na solidão mas o teu corpo é de bail...