1 de abril de 2013

MáRi0

Abre-se o tempo e estás
Lembra-se a ousadia
No poema sempre se refaz
A noite beijando o dia
Embriaguez que vemCarregada de forte agonia
Solta em sangue que tem
Todo um peso que se anuncia


M
Á
R
I
O



Abre-se o olhar e vensSaudade tanta
No poema onde ainda tens
Esse corpo inquieto que canta
Vertigem do querer
Calor de fogo e manta
Eternidade no teu morrer
Que em mim vive e se levanta! 

2 comentários:

olinda silva disse...

E assim se passaram 17 anos?!
Bonita homenagem.
Beijos dos meus...

Vento disse...

:)
"lembra-se a ousadia"
e o tempo passa num ápice

era quase menino
de capa e batina pelas ruas de Santarém
já era uma Pessoa Notável!

saudade!

rEgReSs0a2012...

As palav r as que perdem o sent i do no vento são como pequenas pétalas de fino papel: tremendamente belas, parecem e t ernas, mas acabam ...