24 de março de 2015

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Que da vida pouco sobra... Seguramente o tempo que se fez ou os amores. O mar das lágrimas nas dores e as palavras todas de circunstância agora. O orvalho e o sol posto. Talvez se lembre um verso ou outro. Na reexistência forte da eternidade.

1 comentário:

Maria disse...

Muito para além dos montes ou das falésias, naquele ponto do horizonte a que chamamos Infinito. É aí.

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...