23 de março de 2015

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Como se o tempo fosse a dança
Por onde se inventam todas as histórias...
Como se tudo fossem apenas memórias
embebidas em tecidos de dor e esperança

Como se o tempo fosse o grito
Feito mar a cada nova passagem...
Como se tudo fosse sempre viagem
Que de mim resta este poema aflito

Como se o tempo fosse o amor
Do nosso amor eterno e forte...
Como se o meu corpo soubesse matar a morte
E eu, pobre amante, a madrugada em todo o seu esplendor

1 comentário:

Maria disse...

O tempo do meu tempo são memórias. Como se já não houvesse dança, apenas um grito (ainda) de um amor forte.

DeHoJeDeSeMpRe

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