
15 de fevereiro de 2009
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oTeMp0
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
6 comentários:
Quantas vezes o sossego vem depois da inquietação...
Apetece-me abraçar-te.
Faço-o daqui, tentando não perturbar o teu sossego. Eterno e secreto...
... para além de todos os nós, de todas as amarras, de ti!
Um beijo, Pedro
Adorei o seu sossego. Os seus horizontes e o seu tempo.
...para alem de todas as amarras...
esse é de todos, o desejo maior!
Brilhante!
Beijo
Dulce
Por vezes também o sossego me apetece. Mas nunca o silêncio...
Pensando bem sou mais "um desassossego" :-D
O sossego num minuto apesar das "amarras", o sossego num mergulho.
Beijo Pedro
Por vezes nem dentro da minha cabeça encontro sossego...
Muito bonito o poema.
Um abraço
Sensação maravilhosa essa...
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