14 de junho de 2015

QuAdRaSs0lTaS

Parti o presente aos bocados
Com a dor do que se sente
São vorazes os passados
Em forte presença presente

Calculo o futuro talvez um dia
Se cimento, amor ou vadiagem
Eu sei que serei pó e ventania
Barco, maré e viagem

Dou-me ao passado outra vez
Para sentir o peso de ser agora
E morro na vida que nasce talvez
Que fica, que volta e vai embora

São assim as perguntas tais
Que me navegam por onde vou
E entre o mar alto e o cais
Ainda hoje mal sei quem sou

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...