7 de janeiro de 2009

sIlêNcIoSePeNaS

Hoje não abro janelas. Deixo a escuridão entrar pelas cores todas adentro e limá-las até tudo se perder. Nos silêncios amargos da noite que me consome o sorriso. As palavras pesam-me. A luz dos sonhos e das memórias esvai-se como um clarão apenas. Hoje não abro janelas. E as paredes ficam sozinhas...

13 comentários:

Maria disse...

É preciso o silêncio, na noite de todas as penas, para descansarmos o corpo. Em silêncio. De manhã chamo o teu sorriso. E as janelas abrem-se...

Beijo de boa noite, Pedro

Vekiki disse...

Gostei :-)

Apenas eu disse...

a noite deixa-nos a sós com as paredes e com nós mesmos.
ficou um friso da persiana aberto e o sol vai entrar e tráz como companhia um frio que vai até aos ossos, moi e moi... e depois dás um basta nisso tudo e acordas! porque as cores estão á tua espera.

beijo meu

Babes disse...

Nunca as paredes ficarão sózinhas... Contigo dentro delas!

Beijo

Paula Raposo disse...

Por vezes não devemos abrir as janelas. Beijos.

Lídia disse...

... amanhã abrirás as janelas e a luz voltará. É sempre assim. A solidão, com peso e medida apropriados, não faz mal. Torna-nos mais ouvintes e esperançosos.

mariab disse...

Por vezes temos que ficar sós. Em silêncio. Para nos renovarmos. Beijo

as velas ardem ate ao fim disse...

e frias!

um bjo P

Multiolhares disse...

Existem silêncios envoltos em penas suaves, ou penas silênciosas
cheias de dor
beijos

mariavento disse...

Mesmo sem abrir janelas... vive-se poesia.

Mar Arável disse...

De que vale não abrir janelas

se os olhos permanecem abertos

Maria P. disse...

Gostodaspalavrasquenosunemassim...

Bjos*

mariam disse...

Pedro,

mas... ainda assim, abriste esta janela! aqui. ainda bem.

um sorriso :)
mariam

aTuAaUsÊnCiA

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