Por onde navega o teu olhar?
Será que corre no monte, de braços abertos
Ou se perde pelo riacho, nos seus passos incertos?
Por onde estás, mãe, que me ensinaste a navegar?
Onde pousa o teu beijo?
Será que mergulha nas ondas de Molêdo
Ou conta a história dessa princesa ainda com medo?
Por onde estás, mãe, pousada em tanto desejo?
Por onde me procuras, se estou?
Será que quando canto és tu em mim
Ou este aperto que na minha voz se faz assim?
És tu, minha mãe, dentro do que sou!

Ou se perde pelo riacho, nos seus passos incertos?
Por onde estás, mãe, que me ensinaste a navegar?
Onde pousa o teu beijo?
Será que mergulha nas ondas de Molêdo
Ou conta a história dessa princesa ainda com medo?
Por onde estás, mãe, pousada em tanto desejo?
Por onde me procuras, se estou?
Será que quando canto és tu em mim
Ou este aperto que na minha voz se faz assim?
És tu, minha mãe, dentro do que sou!
6 comentários:
Só a verdade da tua alma, questiona este amor saudade...num lento mergulhar de carícia...no beijo mimo ...carência de menino e voz de poeta!
Que lindo, Pedro, querido!
Beijo e abraço apertado.
Amigo,
Muito belo, muito envolvente o amor que dedica a sua mãe expresso nos seus líndíssimos poemas.
Eu acredito na eternidade e sei que Deus a tem no lugar muito especial junto Dele.
Um beijinho.
Ailime
Abraço-te. Beijo-te. Vivo-te.
E em ti me encontro.
é poderosa toda a poesia que escreves a tua mãe.
por onde andará o seu olhar, senão espelhado no teu?!
e o seu beijo, senão pousado no teu?!
e por onde andará ela, senão dentro do teu peito amainando os temporais que te inquietam?!
te abraço, Pedro.
De repente choveu aqui. Mas não tenho medo...
Amo-te, sabias?
E abraço-te, muito.
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