26 de novembro de 2011

aCoRdAr

Da corrente que o meu sangue teima
O olho da leoa a espreitar...
A pele que se deixa cheirosa ao acordar
No tempo em que até um abraço queima!

Do rio na minha vida a nascer assim
No toque de sorrisos, fonte de me desaguar...
Nas manhãs de tudo se inventar:
O beijo que se deixa renovado e aberto em mim!

Do sonho feito respiração rente ao peito
Onde nascem os desejos de nunca calar
Porque essência é ter esta verdade no andar
Num futuro que me transforma e onde me deito.

1 comentário:

Maria disse...

Sente o meu abraço de bom dia neste teu belo acordar...

;)

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...