12 de agosto de 2010

cErTeZa


Um poeta dorme e existeNo coração apertadoVagabundo doce e tristeQue fica sempre do outro ladoRega a sua semente que choraCom versos e sorrisos de ventoO poeta é presente, não se vai emboraFica no outro lado do pensamentoCanta sonhos e carrega doresComo quem pinta a sua viagemQue é feita para onde foresDo outro lado da tua margemNão se cala nem fugiráO poeta perdido e encontradoNo tempo que um dia viráDeste, de dentro, de fora... do outro lado!

3 comentários:

Maria disse...

Um dia virá o tempo. Em que... não importa se deste, de dentro, de fora... ou do outro lado. É só uma questão de tempo. E de margem...

Beijo-te.

Apenas eu disse...

existe sempre duas margens que o tempo um dia se encarrega de as deixar tocar. porque é o tempo que faz os poemas e lhes dá os sentidos...

beijinhos Pedro
M.

OUTONO disse...

O tempo...sempre o tempo, da espera...do vento que passa...do sopro que escrevemos...do momento que faz...
Sempre tempo...de ficar por aqui!

um abraço

LeGeNdA

Pac-man e suas princesas