1 de agosto de 2010

p0dEsCrEr!


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Queria ser um barquinho de papel

Dos que brilham no grande lago do jardim.

E dava voltas ao suor e às lágrimas, podes crer!

E depois deixava que o tempo não tivesse fim.

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Queria ser um pequeno sopro de vento

Dos que nos entram no sangue e ficam assim.

E dava voltas ao teu olhar e és lindo, podes crer!

E depois deixava que o tempo não tivesse fim.

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Queria ser uma ode qualquer

Das que cheiram a poetas, viagens e alecrim.

E dava voltas ao meu sorriso e ao teu andar, podes crer!

Só para inventar de novo o tempo sem fim.

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E sabes porquê? Porque tudo é sonho e vida?

Dos que nos tornam maiores e nos apertam a mão?

Porque nunca me esqueço que um dia, mesmo de fugida

Tornaste o tempo sem fim e me chamaste irmão.

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5 comentários:

Maria disse...

Nem vejo bem as letras.
Volto depois...

Beijo-te, Pedro.

G... disse...

Como se descreve um arrepio?
Imagina o meu...
Beijo

Maria disse...

Quando o amor, a ternura, a solidariedade, a amizade, e tudo o resto que sentimos caminham assim, de mãos dadas, o tempo não tem fim!
Quando secamos as lágrimas, o sangue nos corre nas veias a arder, e todo o nosso eu é capaz de sentir assim, como um abraço, o tempo não tem fim!
Quando os sorrisos nos enchem a alma e o pulsar dos corações é feito a um tempo único, podemos inventar tudo, até um tempo sem fim!
Quando no meio da solidão a vida continua a fazer todo o sentido só porque te sinto meu irmão!

Abraço-te.

zmsantos disse...

Não sou capaz de escrever....

OUTONO disse...

....estar num deserto...sem rumo...perdido na sede...que se sente...e de repente a humidade das palavras...diz-me poesia TUA!

Um abraço amigo

aTuAaUsÊnCiA

A tua ausência morde-me o tempo e já não sei muito bem contar. Contar os dias que faltam ou contar os passos obrigatórios. Sabes que o me...