30 de outubro de 2010

JPSC29deoutubro2010


Todo este silêncio do meu tempo
A viagem apenas
Sopro de mim...
Já não sei das pedras, do castelo
Das hisórias endiabradas
Óleo de me cobrir o espanto.
Se o ar fosse meu só meu
Quem sabe pudesse devolver-te a sorte
Que hoje, meu Mestre,
Foste ao encontro da morte.
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A João Paulo Seara Cardoso. No eterno repouso.

5 comentários:

Maria disse...

Gostaria de acreditar que se libertou e voou com esta gaivota, no seu voo de ir e vir...

Abraço-te. Muito.

OutrosEncantos disse...

Lamento a tua perda, Pedro
Lamento imenso
Deixo-te o meu abraço, grande, grande.

Aquarela disse...

Se o ar fosse nosso nesses momentos... os corações de quem mais amamos, nomeadamente os dos nossos mestres (da vida), nunca ficariam em silencio...

... mas se assim tem de ser... que o silencio que vive na saudade nos fale sempre deles...assim os imortalizando.

Um abraço.

mariam disse...

Bela homenagem, Pedro.

Beijinhos :)

Carmo disse...

Bonita e sentida homenagem.
Boa semana

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...