25 de abril de 2009

25 DE ABRIL SEMPRE (outro?)

Neste chão que piso
Corrente forte da liberdade
Agarremos a fome do que é preciso
As vozes da luta. A verdade!
Cantemos as armas e a força da gente
Do pão saber a nada e o cravo andar sem cheiro...
Neste chão que piso eternamente
Caminho contigo, camarada, amigo guerreiro!
Que país somos nós que apaga memórias e suores?
Que se levanta de olhos fechados, calado e sem esperança?
Que vira as costas aos seus poetas, aos seus cantores,
Que não sabe o valor de um abraço de criança?


Não quero esta liberdade, que fala de cor, sem cor.
Quero pegar na espingarda, por-lhe um cravo e chorar
De alegria e comunhão novos tempos, um novo acordar primaveril!
Não quero estas sombras, que matam as fontes do amor.
Quero erguer o punho ao sol, à palavra... e de novo cantar
De raiva, de silêncios, os mortos, os vivos. ABRIL!

6 comentários:

pin gente disse...

quero andar em frente de olhos felizes
e não ouvir mais gritos!
apertar as minhas mãos abertas noutras, como dádiva
dizer as palavras como cânticos
calar as mentiras apenas porque o são
dar-te um forte abraço
tocar teu coração
afogar todas as armas que disparam
aquelas que tanto sangue derramaram
para que em liberdade possamos nós dizer
começou a hora de um novo fazer


um beijo (e)terno, pedro
luísa

*comprei 2 cravos... aroma? não têm!
preço? 2 € cada! porque foi hoje... e estes não são valores de liberdade.

Maria disse...

Bom dia Liberdade, aqui!
Deixo cravos vermelhos espalhados
e um abraço dos nossos.

Maria P. disse...

Deixo-te um cravo, o meu não, esse logo vai no decote...

Beijinho, Pedro*

pin gente disse...

a margarida está a ver o filme "capitães de abril" e grita... liberdade, melancia! vitória... ehehe
tu viste-a, sabes como ela tem energia!

convite:
http://bananaouchocolate.blogspot.com

beijos (e)ternos com aroma de cravo
luísa

as velas ardem ate ao fim disse...

Feliz dia da Liberdade!

Maria disse...

Pedro,
obrigada p'las palavras
e, que bom esse dia ter-te sido feliz :)

sorrisos
mariam

aTuAaUsÊnCiA

A tua ausência morde-me o tempo e já não sei muito bem contar. Contar os dias que faltam ou contar os passos obrigatórios. Sabes que o me...