8 de janeiro de 2012

m0rReRtAnTo

Sentada no cais da tua viagem, ficas a olhar 
Calas o sofrimento e sussurras mais uma lágrima tua
Sangras o passado por entre cada barco a passar
E nessa hora desejas-te livre, embriagada e nua

Gritas o seu nome no alto da tua cidade
Mas nunca gastas o destino de tanto amar assim
No toque do bailarino corres pelos tons da tua idade
Encontras outra solidão, de novo, perto do fim

Não vale a pena morrer tanto, dizem-te ao ouvido
A vida é feita de ti e das migalhas que cada sorriso tem
Chega! Entra no porão desse navio vadio e perdido
E no embalo desse nada que fica, encontra um tudo que vem!

1 comentário:

Liliana Lima disse...

Não...

não vale mesmo a pena.

aLuCiNaÇã0

Prometo-te um poema de amor, meu amor. Sim, hei-de chamar-te "meu amor"... Posso, meu amor? Gosto da palavra "amor&quo...