
Parece-me que a vigia se enganou... Se deixou ofuscar pelo reflexo das águas. Pelo ondular da corrente. Engasgada pelas margens.
Parece-me que não haverá mais palavras. Nem beijos.
Porque tudo o que parece nos consome as pontes.
O tempo que passa Leva uma flor ao vento Que se faz poesia e raça Fonte, porta e lamento Curva-se o peregrino Sem ter medo da desgra...
7 comentários:
Pedro... muita água rolará ainda sob as pontes... e muitas palavras estão ainda por dizer... nem tudo é o que parece e gosto mais quando você enche o céu do seu blog de luz e cor...
(deixe lá... beijinho...:)
Porque tudo o que parece nem sempre é...
E os rios estão esganados pelas margens...
Que não se quebrem as pontes...
Beijo*
Pois parece!
Mas há também o que não parece, e que fortalece as pontes...
Beijo, Pedro
Sabes Pedro, preciso de dar um pontapé na indiferença qie me consome dia após dia.
bjo
gosto muito desta imagem...
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