13 de fevereiro de 2008

p0nTo

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Não sei como se regressa a uma palavra. As palavras são como as águas dos rios. A questão é saber se somos foz, leito ou fonte...
.
.
.
.
.
.
.
.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9 comentários:

**Je Vois la Vie en Vert ** disse...

"Não sei como se regressa" a um blog que se deixou de visitar há muito tempo....
Há umas mudanças um pouco tristes no meu blog.
Gostava muito se fosses visitar o meu cantinho para ler a mensagem do dia 11 de Fevereiro.
Obrigada
Beijinhos verdinhos

Maria P. disse...

Foz.


Bjos*

Ana disse...

Defenitivamente não se regressa!!é a melhor e a pior das nossas armas...depois de as proferir ou escrever tudo se torna irreversível...ou acolhe ou magoa ou é simplesmente indiferente aos ouvidos e aos olhos de quem as ouve...de quem as lê...

Rendo-me á beleza das tuas palavras..sou "foz" daquilo que escreves..
Obrigado pelas palavras lá no meu cantinho,adorei.

Fica bem
Beijinho

Maria disse...

Conheço-te fonte e leito. Serás foz...
Beijo, Pedro

Maria Laura disse...

Não se regressa às palavras. A água do rio nunca é a mesma e não sei o que é melhor ser. Não conseguiria escolher.

Acordomar disse...

talvez um barquinho de papel...

tem um bom dia
beiju*

as velas ardem ate ao fim disse...

Gostaria de acreditar que somos foz.

bjinho P.

maria josé quintela disse...

um dia foz

.

outro dia leito

.

mas sempre a partir...

Twlwyth disse...

Ser-se leito onde a paixão se deita como um rio que corre...

aTuAaUsÊnCiA

A tua ausência morde-me o tempo e já não sei muito bem contar. Contar os dias que faltam ou contar os passos obrigatórios. Sabes que o me...